Pular para o conteúdo
Logotipo Dra. Mariana Carvalho

Contato

Agende seu atendimento

Preencha os dados essenciais e a equipe dará continuidade pelo WhatsApp.

Não envie informações médicas detalhadas por aqui. Elas serão tratadas na consulta.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Quando procurar um cardiologista pediátrico?

Quando o pediatra identifica um sopro, quando há sintomas como cansaço desproporcional, dor no peito, palpitações ou desmaios, em casos de cardiopatia congênita conhecida, histórico familiar relevante, antes de algumas cirurgias ou para avaliação da prática esportiva. Muitas vezes o encaminhamento parte do próprio pediatra.

Toda criança precisa passar por cardiologista?

Não. A maioria das crianças é acompanhada apenas pelo pediatra. A avaliação cardiológica é indicada em situações específicas, conforme sintomas, achados do exame físico, histórico familiar ou orientação médica.

O que é um sopro cardíaco?

Sopro é um som produzido pelo fluxo de sangue dentro do coração, percebido durante a ausculta. Muitos sopros em crianças são inocentes, ou seja, não significam doença. A avaliação cardiopediátrica ajuda a diferenciar quando é necessário investigar.

Dor no peito em crianças significa problema no coração?

Na maior parte das vezes, a dor no peito em crianças e adolescentes tem origem muscular, respiratória ou em outras causas não cardíacas. Ainda assim, a avaliação é importante para orientar a família com segurança, principalmente quando a dor ocorre durante esforço.

Quando uma criança precisa fazer Ecocardiograma?

O exame é indicado conforme a pergunta clínica: investigação de sopros, suspeita ou acompanhamento de cardiopatia congênita, sintomas específicos, avaliação de função cardíaca, entre outras situações definidas pelo médico.

Ecocardiograma dói?

Não. É um exame de ultrassom, feito com um gel e um transdutor apoiado sobre o tórax. Não utiliza radiação e não causa dor.

É necessário sedar a criança para fazer Ecocardiograma?

Na grande maioria das vezes, não. O exame respeita o tempo da criança e pode contar com a ajuda dos responsáveis para que ela fique tranquila. A necessidade de sedação é rara e avaliada individualmente.

Bebês podem fazer Ecocardiograma?

Sim. O Ecocardiograma pode ser realizado desde o período neonatal, com técnica e interpretação adequadas às características do coração nessa fase.

Qual a diferença entre Ecocardiograma Pediátrico e ecocardiograma realizado em adultos?

O método é o mesmo, mas a anatomia, as medidas de referência, as cardiopatias investigadas e os objetivos do exame variam conforme a idade. O Ecocardiograma Pediátrico é realizado com foco nas particularidades do coração em crescimento e nas cardiopatias congênitas.

Meu filho pratica esporte. Precisa de avaliação cardiológica?

Depende do contexto. A avaliação é especialmente recomendada em esporte competitivo, quando há sintomas durante o esforço, histórico familiar relevante ou cardiopatia conhecida. A conversa com o pediatra ajuda a definir a necessidade.

Meu filho precisa passar por cirurgia. Precisa de cardiologista?

Nem toda criança precisa. Em algumas situações o pediatra, o cirurgião ou o anestesista solicita avaliação cardiológica, que considera a história clínica, o exame cardiovascular e a necessidade individual de exames complementares.

Meu filho precisa de liberação cardiovascular para utilizar uma medicação. Como funciona?

Alguns tratamentos podem levar o médico assistente a solicitar uma avaliação cardiovascular antes ou durante o uso. A consulta avalia a história e o exame clínico, e a decisão sobre exames complementares é individualizada.

Adultos com Cardiopatia Congênita precisam de um Ecocardiograma diferente?

Sim. O exame deve considerar a anatomia original, as cirurgias e procedimentos realizados, possíveis lesões residuais e a função cardíaca. Por isso, é importante que seja feito por quem tem experiência com cardiopatias congênitas.

O acompanhamento de uma Cardiopatia Congênita termina aos 18 anos?

Não. Muitas cardiopatias congênitas exigem acompanhamento ao longo da vida, mesmo após correção cirúrgica. A transição para a vida adulta deve manter a continuidade do cuidado.